Quem Sou eu
Sou mineiro de Pouso Alegre e tenho como profissão a odontologia. Adoro obturar dentes, fazer limpezas, fechar canais e ganhar como pagamento um sorriso branco e bem cuidado. Mas esse espaço é para tratar de uma outra paixão minha, a de escrever relatos eróticos já ocorridos na minha vida. Escolho cada palavra com o mesmo carinho que trato um dente careado, tudo para que no fim possa receber o seu prazer como pagamento.
Categoria: Quem sou eu
Escrito por Dr. Fernando Del Vogue às 00h50
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Atendendo pedidos...
Depois de algumas solicitações de diversos pacientes do meu consultório odontológico que costumam ler os meus contos, mudei o template desse blog.
Acabou se a era do "vermelhão", chegou a época do cinza mais sóbrio!
Com essa mudança, espero não ter mais que indicar pacientes para o oftamologista...
Dr. Fernando Del Vogue
Escrito por Dr. Fernando Del Vogue às 00h48
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Amigos leitores,
Faz tempo que não escrevo um conto novo, embora dúvido que alguém já tenha lido todos os textos que figuram nesse blog, mas não se desesperam, coisas novas viram por ai.
Enquanto isso, um amigo me pediu para postar um conto que ele escreveu. Segundo esse meu camarada a história é veridica!
Abs,
Dr. Fernando del Vogue
HOMENAGEM PÓSTUMA A UM CORNO
Rodrigo Mailão
Escrevo essas linhas após voltar do enterro do meu amigo Ferdinando Gomes. Um homem bom, excelente zagueiro de futebol e um exemplar profissional como fotógrafo. Fazíamos uma dupla perfeita; eu com a caneta como repórter e ele com a câmera fotográfica registrando as melhores imagens. Apesar de tantas qualidades, Ferdi era um corno da pior espécie: a dos cegos.
Certa noite eu estava em casa vendo TV e fumando cigarros quando a campainha tocou. Abri a porta e uma mulher linda estava na minha frente. Longos cabelos lisos e loiros, um rostinho delicado e bem feito e um corpo sarado que estava à mostra em uma blusa decotada e uma calça que de tão apertada parecia ter sido costurada no próprio corpo. De imediato não percebi quem era, mas depois de alguns segundos vi que era Marina, a então namorada de meu amigo Ferdinando.
Antes que dissesse qualquer coisa, Marina já foi me empurrando e fechando a porta de casa. A moça dizia que não adiantava eu relutar, que ela iria transar comigo. Mesmo diante de tamanha beleza tentei resistir e me desvencilhei dos lábios dela. A loira sorriu e afirmou que quando ela queria algo, ela conseguia.
Dito e feito. A mulher tirou a roupa, veio em minha direção e me beijou. O resultado foi uma ereção gigante dentro da minha calça. A cabeça do meu pau pulsava sangue, assim coloquei a minha vara para fora e imediatamente Marina se agachou e começou a chupar a minha rola.
Aquela mulher sabia o que estava fazendo, com os lábios bastante molhados sugava cada centímetro do meu cacete, parecia que aquela boquinha tinha se transformado em uma bucetinha quente e gostosa. Por pouco não jorrei toda a minha porra no rosto dela.
Marina logo deitou no chão da sala de casa e abriu as pernas. Com movimentos fortes e brutos eu arrancava suspiros da moça que me pedia para que puxasse seus cabelos loiros. Antes de finalizar a transa jorrando porra, ela me pediu para ser penetrada por trás.
A gata se apoio na parede e arrebitou a bundinha na minha direção. Mirei com cuidado aquele buraquinho apertado e comecei a roçar a cabeça do meu pau nele. Quando estava entrando tudo, tocou a campainha.
O barulho se repetiu mais algumas vezes até que eu fui ver no olho mágico quem era. Para a nossa surpresa, do outro lado da porta estava o Ferdinando. Avisei para Marina que ela precisava se esconder e a mesma correu pegando as roupas pelo chão e foi para dentro do armário.
Vesti uma bermuda e uma camiseta e abri a porta. Ferdinando estava eufórico, me pediu para que sentássemos e foi logo dizendo por que veio. Com um convite de casamento em mãos, meu amigo fazia essa visita surpresa me convidando para ser padrinho do seu casamento com Marina.
Acho que não devia ter aceitado o convite, mas diante das circunstâncias não tive outra reação que não agradecer e topar a parada. Durante anos eu mantive isso como segredo e sempre evitei encontrar a esposa do meu amigo, porém, com a morte de Ferdinando, a minha homenagem só podia ser a de libertar esse segredo.
Escrito por Dr. Fernando Del Vogue às 00h45
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ENTRE UMA OBTURAÇÃO E OUTRA...
Dr. Fernando Del Vogue
Antes de começar a escrever tenho que afirmar: isso não acontece todos os dias! E realmente esse não era um dia como qualquer outro, não pelo trabalho no meu consultório odontologico que está sempre muito movimentado, mas pelo clima, havia algo de estranho no ar.
Logo de manhã, quando sai do meu prédio para ir ao trabalho, notei a minha deliciosa vizinha me olhando com uma cara de desejo. No consultório, a Fátima, uma espécie de secretária dos dentistas que trabalham lá me cumprimentou com um sorriso estranho, daqueles que os homens conseguem decifrar o que uma mulher está pensando.
Tudo isso poderia não ter sido percebido, se não fosse a minha primeira paciente do dia. Era a primeira vez que Mariane vinha se consultar comigo, mas certamente, a gata deve voltar depois do que houve. A moça, uma mulher loira com os cabelos na altura dos ombros, alta, de aproximadamente uns 26 anos, gostaria de fazer uma limpeza e um clareamento nos dentes, um tratamento bastante comum.
Pedi para que ela se sentasse na cadeira, sem esconder que estava embasbacado pela beleza da mulher que vestia uma mini-saia jeans e uma camiseta rosa bem pequena e colada no corpo. Mariane abriu a boca para que eu enfim me concentrasse no trabalho e qual não foi a minha surpresa quando vi que os dentes dela eram perfeitos.
Aquela gata não precisava de nenhum tratamento dentário, mas se ela tinha vindo até ao consultório, não seria eu que iria deixar ela ir embora. Me aproximei um pouco mais da boca dela, querendo procurar algum defeito naquela arcada dentária divina, foi quando tomei um outro susto.
Ainda sentada na cadeira, Mariane não perdeu tempo e mostrou o que estava fazendo naquele lugar, me envolvendo nos seus braços e arrebatando um beijo cheio de tesão e paixão. Nossas bocas não se desgrudaram por nem um segundo, minhas mãos já começaram a desfilar nas coxas dela, levantando a mini-saia que ela vestia e deixando a gata com uma calcinha branca e de algodão à mostra.
Eu não estava entendendo nada – para ser sincero, até agora não entendo – mas não iria reclamar, é lógico. Arranquei a camiseta da loira e passei a lamber e chupar os seios dela como um esfomeado devora um prato de comida. Mariane retribuiu tudo, gemendo de prazer no meu ouvido e me beijando bastante.
Rasguei a calcinha que ela estava usando com os dentes, deixando a bucetinha dela escorrer o mel da paixão pelas coxas. O meu pau já explodia de tesão dentro da calça, não aguentava mais, por isso, me livrei das minhas roupas e parti para cima da loirinha. Estoquei com força meu membro naquela xana encharcada por quase uma hora, um tempo que na verdade me pareceu tão pouco... Queríamos mais!
Gozamos juntos num ritmo alucinante. Mariane não se fez de rogada, se levantou, pegou as roupas dela, deixou o que restou da calcinha que ela usava na minha mão e disse que também era uma dentista, que o que ela queria comigo não era um tratamento dentário, mas apenas sexo, afirmando que quando quisesse mais, iria voltar.
Escrito por Dr. Fernando Del Vogue às 20h33
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PROPOSTA INDECENTE
Dr. Fernando Del Vogue
Recentemente recebi uma ligação no meu consultório de um antigo professor meu da faculdade de odontologia da USP, o Dr. Alexandre Pavon, um senhor de aproximadamente 70 anos, cirurgião dentista formado no Uruguai onde nasceu e estudou até chegar ao Brasil com 20 anos de idade. Ele dizia que gostaria que eu fosse seu professor assistente na universidade.
De imediato pensei em recusar a oferta, mas pedi um tempo para pensar. Na semana que passou, Dr. Alexandre ligou todos os dias, dessa forma, a pressão surgiu efeito. Na segunda-feira seguinte me apresentei na USP, sentindo que seria uma honra lecionar nas mesmas salas que um dia eu tinha estudado.
O Dr. Alexandre Pavon me olhou sorridente, pediu para que eu me sentasse nas cadeiras que estavam na frente da mesa dele, explicando o convite e a insistência dizendo que precisava se ausentar no próximo mês e que só eu poderia suprir a ausência dele, que ele só confiaria em mim para entregar o cargo, pelo menos por esse tempo.
Não podia deixar um velho mestre na mão. Resolvi assumir a pasta de fissuras ortodônticas, uma matéria que sempre me sai bem e domino perfeitamente. Logo no primeiro dia de aula notei que a tarefa seria prazerosa, os alunos bastante inteligentes, mas havia uma em especial que chamava atenção, não pelo brilhantismo, mas a beleza, as coxas grossas e torneadas, os seios perfeitos e arredondados, fizeram despertar o Dr. Fernando tarado que existe dentro de cada um.
Nas primeiras semanas de aula íamos tomar café juntos no intervalo, mas só conversávamos sobre a matéria dada em sala ou os bastidores da USP. A situação foi mudando e Cecília, a tal aluna, uma loira de 21 anos, no auge da juventude, passou a ficar depois das aulas na minha sala e conversa vai, papo vem, ela decidiu dizer em alto e bom som que não conseguia entender absolutamente nada das minhas aulas, oferecendo uma troca: uma transa por um dez na prova que seria daqui a três dias, exatamente no dia de hoje, há umas duas horas atrás.
Pensei em não aceitar o que ela me propunha, mas naquele dia Cecília estava provocante, acho que tudo isso já tinha sido premeditado. A ninfetinha usava uma saia xadrez curta, a um palmo dos joelhos e uma camiseta branca apertada, mostrando os seios esmagados no tecido, loucos para se livrarem das “grades” que os prendiam.
Sucumbi ao desejo e avancei na direção dela, beijando a boca macia e hábil da garota, nossas línguas travaram uma briga histórica, onde não houve vencedor. A porta de minha sala bateu com o vento que vinha do corredor, agarrando e tirando a roupa da bela aluninha fui trancar o local para não ser surpreendido, embora as janelas pudessem denunciar facilmente o que estaria por vir.
Com ela usando apenas a saia e eu já sem camisa nos abraçamos, unindo a pele uma com a outra, beijos e cheiros no cangote, à gata queria me provocar, beijava e lambia toda a minha orelha, carinhos que eu devolvia com a mesma intensidade. Passei a me dedicar aos tais estupendos seios dela – aqueles bicos rosados nunca foram beijados e sugados tanto.
Acariciei a xaninha da garota, lubrificando toda aquela rachinha com um mel intenso que transbordava prazer. Ela retribuía massageando o meu pau e as minhas bolas espremidas dentro da minha calça jeans. Abri o zíper e coloquei o meu mastro para fora, Cecília adivinhou o meu pensamento, se ajoelhou e sugou com vigor o meu membro, seus olhos se levantavam e olhavam na minha direção, parecendo me perguntar se eu estava gostando.
A resposta veio depois de um tempo quando eu arranquei a calcinha rosa de pano que ela usava e passei a lamber toda a bucetinha dela. Vasculhando com a língua cada espaço daquele buraquinho divino fui também tocar a campainha dos fundos, quem sabe alguém não atendia.
Minha rola já estava em ponto de bala, pulsando sangue e só esperando penetrar na ninfeta. Ameacei entrar no brioco, já que a brincadeira oral havia sido proveitosa. A recepção foi fabulosa, apenas com alguns cuspes entrei arregaçando naquele buraquinho pequeno, apertado e quente.
Em poucos minutos atingi o orgasmo, mas a minha pica ainda estava dura. Cecília disse que também queria gozar, acariciando a xaninha com os dedos de uma das mãos e mordendo os lábios. Sendo assim, parti para a segunda rodada com gosto. Penetrei facilmente a xota lubrificada de tesão, os movimentos eram rápidos e intensos, a gatinha deitou sobre a minha mesa enquanto eu empurrava tudo para dento.
Meus cabelos foram puxados, minhas costas arranhadas, mas gozamos juntos, com força, soltando suspiros e resfolegadas na sala de aula. Preocupada com as pessoas que poderiam ter visto a transa pela janela do local a garota se vestiu, me beijou ardentemente e foi embora, dizendo que agora estava tranqüila, não iria nem revisar a matéria para a prova.
Com aquela frase me senti usado, mas trato é trato, a garota seria aprovada na minha matéria, também não saberia nunca costurar uma gengiva, azar dos pacientes dela, uma concorrente a menos no mercado passei a pensar para tentar refazer minha moral abalada por sentir-se um objeto.
Os dias se passaram, estava me recuperando fisicamente e emocionalmente, só voltei a USP hoje pela manhã para a prova. Cheguei à sala, distribui as folhas, escrevi as perguntas no quadro negro e passei a marcar o tempo. Acreditava que Cecília seria cara-de-pau e iria entregar primeiro, toda em branco, mas pude ver que ela escrevia na folha.
O tempo se passou e os alunos foram entregando as provas, a minha perversa ninfeta foi à sétima ou oitava a terminar, piscando para mim quando saiu da sala. Depois de um tempo recolhi as provas e fui para meu consultório trabalhar, só as corrigiria à noite, mas a curiosidade não permitiu.
Abri o envelope lacrado com os documentos e procurei pelo nome de Cecília. Passei a ler as linhas que ela tinha escrito e a garota acertou todas as questões, merecendo o dez que ela propôs em troca de transar comigo, o que será que isso quis dizer?
Escrito por Dr. Fernando Del Vogue às 20h32
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A AMANTE DO RABINO!
Dr. Fernando Del Vogue
Há alguns anos, não sei ao certo o tempo exato, estava morando em um apartamento bem pequeno; quarto, sala, banheiro e cozinha, na Av. Consolação, próximo ao centro da capital paulista. Todos os dias quando chegava do consultório, por volta das 19hs, tinha que pegar o elevador até o 11° andar para chegar ao apartamento 112, onde eu morava. O bom daquele lugar, certamente era a minha vizinha Marina, uma morena de cerca de 1m70cm de altura, corpo definido, coxas grossas, pele bronzeada do sol e seios volumosos e firmes, sempre expostos de maneira provocante em blusas muito decotadas.
Até hoje tenho um tesão absurdo nessa mulher, quando me pego fazendo justiça com as minhas próprias mãos, quase sempre imagino uma foda maravilhosa com ela. Pois é, eu só fico na imaginação mesmo, porque nunca tive uma chance de tocar aquela pele morena, de puxar aqueles cabelos negros e longos, de beijar aquele pescoço cheiroso, ou mesmo estocar minha rola naquela bucetinha encharcada de desejo.
Não era raro eu trombar com Marina no elevador ou no corredor dos nossos apartamentos. Sempre muito educada, acho que ela percebia o meu desejo, mas o máximo que eu conseguia dela era um sorriso tímido.
Continuei insistindo em uma aproximação, até que em uma segunda-feira normal, após voltar do trabalho, peguei o elevador com um senhor que me parecia ser bem familiar. Com um português sofrível, ele me desejou muito respeitosamente boa noite. Fiz o mesmo, mas reparei que ele tinha apertado o botão do 11° andar.
Olhei para aquele senhor dos pés a cabeça. Notei que os sapatos eram caros, pretos, reluzentes, daqueles que devem ser engraxados diariamente. O terno que ele usava era cinza e sóbrio, mas o que mais me chamou a atenção, sem dúvida foi à bela gravata cor de vinho. Certamente, com o meu salário de um mês de trabalho eu não conseguiria comprar um pedaço de pano daquele.
O elevador chegou e a porta se abriu, o senhor foi à direção do apartamento de Marina e me disse tchau antes de tocar a campainha. Eu peguei as chaves de casa no meu bolso e fui abrir a porta, calmamente, demorei alguns segundos a mais do que o costume só para observar como seria a recepção dele.
Para o meu espanto Marina abriu a porta apenas enrolada em uma toalha branca, deixando as coxas grossas bem a mostra, ao ponto de perceber que ainda escorria água nas pernas dela, certamente, a visita tinha chegado antes da hora marcada. Ali mesmo, no corredor dos apartamentos, a morena tascou um beijo naquele senhor que tirou até o meu fôlego e arregalou os meus olhos. Em segundos, a porta do apartamento dela se fechou e eu fiquei a ver navios.
Transtornado, não entendia como uma mulher daquelas poderia estar com um senhor estranho como o que eu tinha visto. O sofrível português dele me desejando boa noite não saia dos meus ouvidos. Preparei um café e peguei o jornal para dar uma folheada, quando me deparo com a foto daquele mesmo homem em uma das matérias, a legenda dizia que ele era o Rabino Genry Descis, líder da comunidade judaica em São Paulo.
Eu não tenho nada contra nenhuma religião, até mesmo porque não pertenço a nenhuma delas, mas jamais imaginava que o amante daquela mulher tão linda e excitante poderia ser um rabino. Para os leitores que não sabem, esse título só é atribuído aos grandes mestres do judaísmo, a palavra por si só já designa alguém que ensina, um professor, mas acredito que na matéria do sexo, eu teria muito mais a lecionar para Marina do que ele.
Os dias se passaram e no final daquela mesma semana, mais ou menos naquela mesma hora, encontrei o Rabino novamente no elevador do meu prédio. Nós cumprimentamos com a cabeça e eu apertei o botão do 11° andar. Em pouco tempo já estávamos lá, ele foi para o apartamento de Marina e eu parei na porta do meu, procurando as chaves no meu bolso. Ele tocou a campainha e dessa vez Marina nem apareceu, apenas destrancou a porta e disse com um voz sensual e macia para ele entrar.
O tesão percorria todas as veias do meu corpo e fazia com que o meu pau pulsasse dentro da cueca. Aliviei a tensão fazendo uma massagem no meninão, mas de nada adiantou, por isso, resolvi aflorar o meu lado voyer e me ajoelhei na frente da porta de Marina, tentando observar pelo buraco da fechadura tudo o que acontecia lá dentro.
Se eu soubesse que a visão daquela fechadura era tão privilegiada já teria feito isso antes. Na primeira olhada que dei já pude ver o corpo nu de Marina deitado no sofá vermelho da sala. Se acariciando, a menina parecia que estava com muito tesão, talvez na mesma quantidade do que eu.
O meu pau já estava sufocado dentro da calça, por isso, abri o zíper e coloquei o garoto para fora; duro e imponente como só ele pode ficar, comecei a massagear o mesmo, desde a cabeça até a base. Pelo buraco da fechadura, via Marina fazer uma gulosa com maestria para o Rabino, mesmo só observando era possível notar que aquela morena sabia o que fazer com um rola na boca.
Depois de algum tempo, eu me masturbando freneticamente do lado de fora do apartamento, o Rabino ordenou naquele português difícil de entender para que Marina ficasse de quatro. Como foi linda aquela visão... Até hoje é difícil de esquecer aquele rabinho duro e bem feito se empinando todo.
Logo ouvi um gemido forte de prazer, o tal senhor não perdia tempo e passou a estocar forte naquela bucetinha, os dois pareciam que sabiam que estavam sendo observados e como dois atores pornôs prestes a filmar uma película de sucesso não queriam fazer feio.
A sincronia entre eles era divina, o Rabino metia e dava tapas naquela bunda linda, agarrava a cintura bem feita da morena e controlava os movimentos, tudo isso usando uma gravata de listras verdes certamente caríssima.
Não demorou muito e eu acabei gozando na minha mão antes do casal terminar a foda. Enquanto eu limpava a sujeira, continuava observando o desfecho do sexo de Marina com o tal senhor de fala estranha e roupas chiques. Os gemidos daquela mulher quase me fizeram ter uma outra ereção só olhando ela transar, mas me controlei até que o Rabino explodiu jogando porra em todo o corpo da minha vizinha.
Com as mãos, Marina espalhava o leite de seu amante pelos seios, pelas coxas e acredito que até chegou a provar o mesmo. Ainda abalado com o que tinha visto fui para o meu apartamento com um pensamento: ou eu me mudava, ou iria ficar louco. De imediato, a primeira alternativa foi a mais sensata a ser feita.
Escrito por Dr. Fernando Del Vogue às 22h39
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EU JÁ FUI FODA NA BALADA
Dr. Fernando Del Vogue
Com uma experiência de idade digamos que considerável, percebi que o sexo realmente não tem lugar para acontecer. Quando a vontade bate forte mesmo, procurar uma cama é o último pensamento que se passa na mente, mas foi preciso bater a cabeça algumas vezes para aprender uma lição importante na arte do sexo em lugares públicos: ser completamente discreto.
Gabriele foi minha namorada há uns 20 anos atrás, passamos apenas um carnaval juntos, mas foi justamente durante esse feriado que transamos como loucos, da maneira mais intensa que um casal pode fazer. Trepávamos o dia inteiro na casa da Gabi. Hora ela me surpreendia chegando à sala completamente nua, se abaixava e chupava o meu pau, ou eu a agarrava na pia, rasgava a calcinha dela e fazíamos amor sobre o azulejo frio.
Lembro-me bem que era um sábado de carnaval, Gabi tomava um banho e lavava cada centímetro daquele corpo moreno, bronzeado do sol e com marcas de biquíni nos seios pequenos, mas firmes, e na bunda macia e tenra. Eu estava assistindo o desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro, vendo um batalhão de mulheres semi-nuas, mas dividindo a minha atenção com o banheiro, já que a minha morena, exibicionista como sempre foi, tinha deixado a porta aberta.
Em poucas horas um amigo nosso iria nos pegar na casa dela. Naquela noite, a balada ainda estaria por vir. O endereço da diversão era um convite de um antigo companheiro, da época que eu arrumava tempo para correr de kart. A casa estaria repleta de vips e ficaríamos no melhor camarote, com a bebida toda de graça – não poderíamos perder essa!
Gabi já estava armando alguma coisa, hoje começo a pensar isso. Ela saiu do banho com os longos cabelos molhados e começou a rebolar completamente nua na frente da televisão. Fiquei animado e parei para ver o showzinho, ela passou a me beijar e tirou a minha camiseta e o cinto da minha calça, abrindo o zíper e me deixando pelado, com a cabeça do meu pau pulsando sangue.
A gatinha sabia o que fazia e foi direto lamber a minha rola. Com movimentos rápidos e precisos, ela engolia todo o meu cacete e me fazia sentir a cabeça do pau batendo na goela dela. Seguiu com esses movimentos até que eu estivesse pronto para jorrar toda a minha porra, mas parou antes. Sorriu e se afastou, dizendo que o final seria só depois, que ela iria se arrumar, e foi em direção ao armário.
É claro que não me contive e soquei uma punheta para aliviar a dor no saco. Gabi olhava e sorria com o canto da boca. Alguns minutos depois, nossa carona já buzinava apressada, era hora de partir para a alegria.
Chegando ao lugar o clima não era de carnaval, mas sim o de uma festa eletrônica como as que aconteciam naquela época, mas é óbvio que nos dias de hoje aquele som é considerado um flash-back. É clara a lembrança de que o ambiente era agradável, repleto de amigos, a bebida boa servida era vodka e tudo era regado a melhor regalia que um camarote pode ter, afinal, nos estavamos lado a lado com o espaço reservado a um jogador que imperava nos gramados brasileiros e europeus, mas também nas baladas dos cinco continentes.
Gabriele vestia um vestido bege curto e estava muito provocante, dançava sensualmente e me olhava enquanto bebíamos um copo de vodka atrás do outro. Tanto liquido nos levava frequentemente ao banheiro, mas o lugar era quase privativo, poucas pessoas o usavam, por tanto, sem filas e bastante limpo.
Numa dessas idas ao sanitário, reparei que Gabi foi logo atrás de mim, ela andava rebolando e algo me dizia que tinha chegado à hora de terminar o que havia começado antes, que aquela vontade incontrolável tinha batido nela e que em mim já rolava solta desde o momento que entramos na balada.
Nos atracamos nos beijos, e o encontro dos nossos lábios tinha química, eram línguas que se enfrentavam numa disputa pelo amor, pelo pedaço de carne mais quente, pelo desejo do sexo. Entramos na mesma cabine do banheiro e Gabi já abaixou a minha calça, sacando o meu pau para fora.
Sem pudor algum ela passou a chupar todo o meu membro, lambia o meu saco e me fazia urrar de prazer, mordendo os lábios e me concentrando para não chamar muita atenção. Só que eu não queria gozar no boquete e dessa vez ela não iria me deixar na mão, eu queria era fuder aquela bucetinha!
Com um puxão forte rasquei a calçinha dela e como o pano estava encharcado percebi que a vontade não era só minha. Gabriele pulou sobe o meu colo e encaixou as pernas nas minhas costas, travando o nosso corpo. Não faltou muito e o meu pau já estava dentro daquela caverninha gostosa.
Com as mãos apoiada na parede comecei a estocar forte e arrancava suspiros e gemidos da moça que parecia ter planejado tudo aquilo, tanto é que chegou ao meu ouvido e pediu que eu a penetrasse com ela de quatro, como uma cadela.
Pedido de mulher bonita para mim é uma ordem e em segundos eu já empurrava a minha rola dentro na bucetinha dela enquanto batia naquela bunda gostosa com uma das minhas mãos e a outra puxava os longos e negros cabelos de Gabi.
Não sei se foram os barulhos na porta, os tapinhas de amor, os gemidos, ou se alguém chamou os seguranças da casa, mas quando eu estava quase gozando fomos pegos no flagra.
Bum, Bum, Bum, eram os socos de quatro seguranças gigantes na porta do banheiro. Rapidamente subi a minha calça e abri a porta com a barraca completamente armada e um sorriso amarelo no rosto. Os fortíssimos homens engravatados nos comunicaram que seriamos expulso do lugar e foram nos empurrando, passando na frente de todos os meus amigos que na hora perceberam o que tinha ocorrido.
É claro que não foi legal ser expulso da festa e pego de calças arriadas com uma mulher no banheiro, mas esse episódio foi uma lição para ser mais discreto nessas ocasiões incontroláveis. Ensinamento que fui obrigado a aprender para não ser mais visto por todos com um cara foda na balada e não conseguir honrar o apelido.
Escrito por Dr. Fernando Del Vogue às 22h33
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FEZ A FESTA EM FAMÍLIA
Dr. Fernando Del vogue
Tenho viajado muito. Não sou casado e também não sinto falta de uma esposa, até acho que o fato de não ter me envolvido em um relacionamento sério, possa ter me privilegiado no meu trabalho, afinal, mesmo com pouca idade, tenho muita responsabilidade e disciplina.
Completei recentemente 34 anos, obtendo sucesso na minha profissão. Estou fazendo muitas palestras, divulgando um novo conceito em anestesias para operações bucais pelo interior de São Paulo. Por isso, já estou acostumado a pegar estradas esburacadas e horríveis, sempre sozinho, a bordo da minha pickup S10 preta, um presente que me dei quando cheguei aos trintão.
Se esse meu carro falasse, com certeza encabularia até o mais sacana dos homens, mas como ele não tem esse poder, deixa que eu falo, ou melhor, escrevo. Estava voltando de São José em uma de noite bastante escura de novembro, o clima estava abafado e quente, as estrelas não apareciam no céu, mas uma pequena constelação me surpreendeu na beira da estrada.
Avistei duas belas mulheres sinalizando para que eu parasse, pareciam estar com problemas no carro, um gol daquele antigo, ainda quadrado. Sempre soube que parar na estrada à noite era perigoso, mas são em frações de segundo que se tomam às decisões mais corretas da vida, essa foi uma dessas ocasiões.
Liguei a seta para a direita, reduzi a velocidade e encostei no acostamento, saindo do carro e perguntando qual era o problema. Uma das mulheres veio até a mim, enquanto a outra, entrou no gol delas. A que se aproximou parecia uma jovem senhora, trajando um vestido preto abaixo dos joelhos, sem decote, nenhuma exuberância apesar dos olhos verdes e da voz rouca que me explicava os problemas mecânicos do carro, me deixando bastante excitado, já que ela me parecia esconder alguma coisa desde o início.
Depois de tentar, sem sucesso, fazer com que o carro voltasse a funcionar, ofereci uma carona até casa delas. Mônica era o nome da senhora de preto, não aceitou a proposta de imediato, falou que ia conversar com a filha, a outra mulher, aquela que estava dentro do carro. Quando vi o vidro do gol se abaixando, pude reparar na beleza da menina.
Ela deveria ter uns 19 anos, os cabelos eram loiros e curtinhos, diferente da mãe. O rosto semeado de pintinhas, os seios pequenos e uma barriguinha gostosa, daquelas que se enchem a mão para dar uma apertadinha. Lábios bem feitos encostavam em dentes brancos e bem tratados.
A garota reparou que eu estava olhando, me lembro bem do sorriso maroto que ela me brindou enquanto a mãe explicava que a volta seria de S10. Elas largaram o carro no acostamento e subiram na minha pickup, a mamãe morena falando, a filhinha loira muda.
As duas moravam a poucos minutos, sendo que foi mais ou menos no meio do caminho que começaram os primeiros trovões e gotas de água, tudo pronto para São Pedro inundar o caminho. Depois de muita chuva, cheguei na casa dela, um lugar simples, porém, de aparência aconchegante.
Foi assim que Mônica retribuiu a gentileza, me convidando para entrar e aguardar que a chuva passasse. Não podia negar tal convite, entrei e fui logo perguntando onde era o banheiro, precisava lavar o rosto, já estava cansado. Foi o tempo de tirar a camisa e ligar a torneira para a porta se abrir.
Assustado, vejo a menina loira na minha frente, apenas enrolada em uma toalha branca que insistia em cair. A gatinha se desculpou, disse que achava que não tinha ninguém, porém, não fechou a porta mesmo assim. Começou a puxar um assunto idiota, só para poder se apresentar dizendo que se chamava Claudia, ao mesmo tempo, se esfregava no meu peito, sussurrando, no ouvido, o pedido de um beijo.
Não podia resistir, fechei a porta e beijei aquela boca maravilhosa, duas línguas se entrelaçando e dançando suavemente, fazendo com que o meu guerreiro levantasse a espada. A toalha caiu de vez, não conseguia nem respirar com os beijos da ninfetinha, que se ajoelhou, tirou a minha calça e caiu de boca, mostrando que apesar da pouca idade, a vida já tinha lhe ensinados alguns macetes.
Queria fuder aquela bocetinha novinha de qualquer maneira. Já agarrei Claudia pela cintura e a sentei na pia do banheiro, escancarando o alvo. Coloquei com força, fazendo a menina gemer alto. Ela me agarrava, unhava as minhas costas, se deliciando de prazer. Eu correspondia tudo, me deliciando naqueles peitinhos.
Mal gozei, escutei alguns gemidos vindos de trás da porta do banheiro. Fui ver e era Mônica, apenas de calcinha, com um par de seios lindos e fartos a mostra, os olhos verdes esbugalhados, e os dedos trabalhando na xaninha, fazendo a mamãe sentir prazer.
Não posso mentir que achei que estava sonhando naquele momento, mas se foi sonho, eu ainda não acordei. Mônica só batia palmas, dizendo que tinha achado lindo o trabalho que eu tinha feito com a filha dela, mas que agora eu teria que dar conta da mãe também.
As duas riram, eu esbocei um sorriso, mas fiquei sem reação, uma vítima fácil para os lábios da mamãe gostosa. Precisei só de alguns beijos na boca e outros mais para baixo e a criança já acordou de novo, bem crescidinha por sinal. Fui até o quarto com Mônica, seguido por Claudia que ficou quieta, parada na frente do cômodo, apenas sentada e olhando eu fuder a mamãe.
Chupei com prazer aquela boceta, dando lambiscada no cuzinho da mulher, fazendo ela rebolar na ponta da minha língua. Já estava pronto para enfiar na rachinha, quando ela segurou no meu pau e pediu que enfiasse por trás. Disse que era viúva, que nenhum outro homem a penetraria na boceta, mas que não agüentava ficar sem sexo, por isso, liberava somente o cu.
Essas horas não foram feitas para se discutir. Os trovões da chuva aumentaram, a água escorria no vidro da janela e eu prestes a comer o cuzinho dessa gostosa. Coloquei devagar, mas logo ele me engoliu inteiro, como tinha o rabo quente e apertado! Mônica de quatro, se movimentava bastante, já Claudia estava sentada no chão, se masturbando freneticamente.
Gozei como um touro na bunda da mamãe, raios e trovões lá fora só aumentavam o meu tesão e o de Mônica também, que gemia forte deitada na cama. Claudia também gozou com a ajuda dos dedinhos, logo se levantou e entrou em seu quarto, foi a última vez que vi a gatinha loira.
Mônica se recompôs e foi até a cozinha fazer um café, tempo suficiente para eu tomar um banho e a chuva passar. Ela me chamou e sem mais nem menos me dispensou, disse que eu já podia ir embora. Fiquei louco, mas não ia retrucar, já estava no lucro mesmo, apenas dei mais uma cartada perguntando sobre o carro delas. A mamãe gostosona me respondeu que deixasse lá, quando à vontade de transar voltar a ocorrer, as duas garotas voltariam a repetir o truque da estrada, sempre o gol quadrado, sempre um sexo inesquecível....
Escrito por Dr. Fernando Del Vogue às 17h00
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O SACOLEJO DO BUSÃO
Dr. Fernando Del Vogue
Andar de ônibus é algo que se desacostuma com a maior facilidade. Comecei a trabalhar cedo, juntei dinheiro e logo comprei o meu primeiro carro, desde então, nunca mais tive que pegar um “busão”, como se diz aqui em São Paulo. Há 13 anos não ficava horas parado em um ponto de ônibus, além de fazer a viagem em pé, espremido no meio de pessoas malcheirosas e desconhecidas, mas meu automóvel quebrou e estou há um mês nesse sofrimento, embora, tenha realizado uma das minhas fantasias sexuais.
Sempre fui um afoito devorador dos livros de Nelson Rodrigues, e um dos textos que eu mais gosto é “A dama do lotação”, uma história quente e intrigante que quem não conhece deve procurar se interar, já que infelizmente amigo leitor, não é possível descrever esse conto em tão pouco espaço. Mas vale a pena, procure e leia!
A história que preciso escrever não chega aos pés do que a mente de Nelson Rodrigues produziu, mas ela é real e começou no primeiro dia que fui trabalhar de ônibus e deixei o meu carro na oficina. O mau-humor matinal já estava dez vezes pior, o ponto estava lotado, até que o Santa Cruz 539-B passou. Todos correram para entrar e pegar os melhores lugares, eu fiquei para trás, entrei por último e segui a viagem em pé.
Para piorar a situação, estava um calor literalmente dos infernos. Pensei comigo: tem dias que é melhor não acordar, mas minutos depois da lamentação, pude ver a imagem que salvou o meu dia e a semana inteira.
No meio de dezenas de pessoas que subiram ao ônibus consegui ver uma beldade. Os cabelos eram longos, encaracolados e aloirados, daqueles claros com a luz do sol, mas castanhos no escuro. O rosto delicado contrastava com os lábios grossos, os seios fartos estavam apertados numa blusa decotada e a saia verde que ela usava realçava um quadril grande e bonito.
Apertado no meio do corredor, tentei me aproximar dela e pude sentir o perfume picante, mas ao mesmo tempo doce que exalava daquela pele branquinha. O ônibus balançava muito e ela roçava – acredito que despropositalmente - o corpo dela no meu, mas eu apenas sorria, notando que também estava sendo observado.
A gatinha desceu três pontos antes do meu, fazendo com que eu fosse trabalhar com aquela imagem na minha mente. No dia seguinte, peguei o mesmo ônibus e lá estava ela, a cena se repetiu, assim como no resto da semana. Nenhuma palavra, nem ao menos o nome dela eu sabia, só que ela descia três pontos antes do meu.
Já estava ficando louco, sonhava todos os dias com aquela mulher misteriosa, cheirosa, linda e gostosa, até que tomei uma decisão de impulso, nada premeditado. Quando ela desceu do ônibus, decidi fazer o mesmo e seguir aquela gata.
Não sabia nada daquele pedaço onde descemos, a gata virou o rosto para trás e viu que eu a seguia, balançou os cabelos e apertou o passo, virou a esquerda e seguiu em frente. Acendi um cigarro para disfarçar e continuei a caminhada, até que acabei perdendo ela de vista. Já estava conformado, no dia seguinte sabia que iria vê-la novamente, foi quando ouvi um assobio.
Olhei para os lados e não vi nenhuma pessoa conhecida. Ouvi novamente o assobio, mas dessa vez percebi da onde vinha, do quinto andar do prédio que eu estava ao lado, era ela, a gatinha dos sacolejos no “busão”. A moça me mandou um beijo e me jogou uma chave onde estava escrito apartamento 52.
Por mais perigoso que isso possa parecer, na hora não medi os riscos. Toquei a campainha do prédio e disse que estava indo no tal apartamento, o porteiro afirmou que eu já estava autorizado. Subi o elevador pensando no que iria falar para ela, no que ela iria me falar, afinal eu fui convidado para ir até lá.
Toquei a campainha da porta onde tinha o número 52 e ela foi aberta, me mostrando assim a visão do paraíso. Lá estava aquela mulher linda que eu tinha seguido, completamente nua em um apartamento sem móvel algum. A pele clara dela mostrava milhares de pintinhas daquele corpanzil, além de possuir uma força magnética incontrolável, fazendo com que eu fosse abraçar e beijar a bela loira.
Nossas bocas se degladiavam em beijos deliciosos, ela mordia a ponta das minhas orelhas e sussurrava palavrões nos meus ouvidos. Minhas mãos massageavam todo aquele corpo: seios, bunda, coxas, barriga e tudo mais. Ela se apressava e arrancava a minha roupa, deixando o meu mastro erguido para fora.
A garota mostrou mesmo o que estava fazendo ali, prendeu os longos cabelos, se ajoelhou no chão e passou a chupar o meu pau, sugando tudo como se fosse um pirulito na boca de uma criança que faz malabares no farol. Agarrei as orelhas dela, pedindo para que o movimento fosse acelerado, uma solicitação que foi prontamente atendida.
Decidi retribuir toda hospitalidade e passei a lamber a bucetinha da gata, dedicando longos minutos a nobre arte do cunilíngus. Suguei com gosto todo o tesão que saiu daquela gruta dos prazeres e passei a lamber também o buraquinho dos desejos, logo ali embaixo.
A garota ficou de quatro, arreganhando a bunda grande dela na minha frente. Ameacei enfiar na bucetinha, mas sem ela dizer nada, notei que a gata queria é ter o cuzinho devorado. Lubrifiquei com algumas cusparadas o buraquinho rosa dela e estoquei com força o meu pau, arrancando um grito de prazer e dor da boca carnuda da loira.
Comi aquele cu com uma vontade sem igual. Ela ainda era uma desconhecida para mim, mesmo eu tendo pensado nela todos os dias daquela semana. Gozei com força dentro daquele calor todo, até que segundos depois ela ficou aflita. Pegou as minhas roupas no chão do apartamento vazio, me entregou e disse que eu precisava ir embora, era questão de vida ou morte.
Mesmo não entendendo me vesti rapidamente e fui trabalhar. Passei o resto do dia com um sorriso bobo na cara, sabia que a veria no dia seguinte no mesmo ônibus, mas isso não aconteceu. Nem no dia seguinte, nem nos outros que se passaram. Amanhã o meu carro fica pronto, não terei mais que andar de ônibus, mas certamente ficarei com vontade, quem sabe não deixo um dia o veículo na garagem e vou tentar reencontrar essa mulher.
Escrito por Dr. Fernando Del Vogue às 16h59
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MULHER DE AMIGO MEU SÓ POR TRÁS!
Dr. Fernando Del Vogue
Sentado na frente do computador, sozinho em casa, passo a refletir nos meus 38 anos de vida. Consegui um bom sucesso profissional, mas sei que ainda tenho muito para evoluir. Tive um bom número de mulheres, mas nenhuma se mostrou perfeita, fazendo com que eu me apaixonasse somente por ela, mas de uma coisa tenho certeza: a principal conquista da minha vida são meus amigos.
Sem dúvida, os meus melhores companheiros conheci na USP, quando estudei odontologia. Depois de formado, muitos se mudaram para outras cidades, outros acabaram se atarefando muito, mas de cinco em cinco anos fazemos uma comemoração onde não falta ninguém.
Recentemente completamos 15 anos de formados e alugamos um sítio para passar o final de semana. Toda a turma foi, com exceção do Joaquim e da Lorena que estão na Europa, não faltou ninguém. Tudo estava como antigamente, nem parecia que não nós víamos desde o último encontro, mas uma coisa atiçava a minha mente.
Durante toda a faculdade existia um casal muito bonito na minha turma. Eles namoraram durante o período que estudamos juntos e no ano da formatura, se casaram. Já tinha ouvido boatos que o matrimônio deles não existia mais, que o amor entre os dois tinha acabado, mas relutava em aceitar isso.
Nesse churrasco pude perceber que os rumores eram verdadeiros. De um lado via meu amigo Pedro conversando e tomando cerveja, mas muito distante da sua bela esposa Luisa. Talvez tenha sido curiosidade demais, ou apenas um gesto de amizade, mas a verdade é que perguntei ao meu colega o que estava acontecendo.
Sem titubear, já bastante bêbado, Pedro me confessou que Luisa o traia. Com os olhos cheios de lagrimas, o colega me comunicou que estavam se divorciando, mas que ainda amava muito aquela mulher.
De um lado estava Pedro; triste, a barba por fazer, se agarrando no copo de cerveja como se a salvação estivesse ali dentro. Um pouco distante, mas não muito, estava Luisa. Ela ria bastante e trajava um vestido estampado que causou um verdadeiro furor em todo mundo, ela parecia ser imune aos efeitos do tempo.
No mesmo rostinho angelical de quinze anos atrás figuravam os olhos negros e firmes, daqueles que hipnotizam quem olhar por muito tempo. O nariz delicado fazia par com o lindo sorriso, adornado pelas covinhas que insistem em aparecer na bochecha dessa bela mulher.
O corpo continuava escultural, mas talvez por que ela não estava com Pedro ao lado, a beleza dessa gata só aumentava. Os seios firmes e belos, as coxas grandes e bem feitas, além de um bumbum que sempre entortou muitos pescoços por onde passava.
Talvez Luisa tenha percebido que eu a olhava, tentei disfarçar, não sei se deu certo, mas fui para o meu chalé arrumar as coisas. Quando estou tirando algumas roupas da mochila senti uma respiração perto da minha nuca, virei assustado e lá estava Luisa. Ela chegou logo afirmando que a história do Pedro não era a única verdade. Segundo a gata, foi o marido que fez com que ela se tornasse uma viciada por sexo.
Não entendi a situação e pedi maiores explicações, foi quando Luisa afirmou que Pedro a levava muito nas casas de swing, mas de uns tempos para cá, ele estava sentindo muito ciúmes, fazendo com que o casal parasse de freqüentar esses ambientes. Bastante nervosa, a gata me explicou que não conseguia ser mulher de um só homem, por isso, continuou procurando outras pessoas.
Não posso negar que essa historia toda me deixou com o pau explodindo de tesão, mas em respeito ao Pedro, tentei me controlar o máximo possível, embora o limite não tenha demorado a chegar, já que ela começou a se insinuar para mim, utilizando todas as armas que as belas mulheres usam quando querem alguma coisa.
Sorrindo e arrumando o liso e negro cabelo, ela passou a me elogiar, dizendo que eu ainda estava em forma, mas que a camisa que estava vestindo era feia, meio fora de moda. Eu sempre adorei a roupa que estava usando, mas naquele momento, também achei que ela estava feia. Luisa pegou uma outra camiseta na minha mochila e pediu para eu trocar.
Logo depois ela perguntou se eu tinha gostado da roupa dela. Afirmei que sim, e, para minha surpresa, Luisa derrubou as alças do vestido, rindo e dizendo que estava perguntando se eu tinha gostado das roupas de baixo. Trajando uma calcinha preta que não escondia nada e um sutiã da mesma cor, não consegui me controlar e agarrei o belo corpo dela, cedendo aos meus impulsos sexuais. Se sexo era o que ela queria, era isso que iria ter.
Com força beijei a boca de Luisa, desrespeitando um código de honra de qualquer homem, o de jamais pegar a mulher de um amigo, mas, por favor, peço que entendam a minha situação. Arranquei o sutiã de Luisa e passei a lamber aqueles seios maravilhosos, me perdendo nos bicos que estalavam na minha língua enquanto a gata gemia de prazer.
Ela gostava muito do assunto. Arrancou minha calça e a cueca, liberando o meu mastro que a essa altura já estava completamente erguido. Chupando com vontade, passando a língua por todo o meu cacete e lambendo as bolas do meu saco, Luisa quase me levou ao orgasmo, mas era hora do troco.
Tirei a calcinha da gata com cuidado, a coloquei deitada no chão do chalé e passei a chupar toda aquela bucetinha quente. Jorrava mel daquelas entranhas enquanto Luisa rebolava e pedia mais. As pernas da gata tremiam e me sufocavam no meio de tanto prazer, mas eu não pensava em parar, queria fazer essa mulher sentir o melhor orgasmo do mundo.
Depois de algum tempo com a boca bem ocupada, coloquei Luisa de joelhos no chão, apoiando o braço sobre o beliche do chalé e arrebitando a bundinha toda para eu ver. Com muita sensualidade, a gata disse que eu podia escolher o buraco que quisesse. Não pensei duas vezes, sem tocar a campainha, acabei entrando pelos fundos, tirando um grito alto e cheio de tesão da boca de Luisa.
Bombei com força no cu da gata, fazendo ela rebolar no meu pau e gemer de desejo. Enquanto fudia aquele buraquinho, acariciava a xaninha da mulher, deixando ela completamente maluca. Não demorei em gozar, esparramando todo o meu leite nas costas de Luisa. Ficamos os dois deitados nus no chão do chalé, até que ela se levantou, limpou as costas, colocou as roupas e afirmou que Pedro era um amante muito melhor do que eu.
Fiquei muito puto com essa situação, pensei em contar tudo ao meu grande colega, mas ele poderia não me perdoar jamais. Demorei uma meia hora tomando banho e pensando no que deveria ser feito, chegando na conclusão que a melhor coisa era ser sincero.
Fui até a churrasqueira, onde todos estavam muitos felizes, mas eu não sabia o motivo. Olhei para o lado e vi Pedro e Luisa se beijando como nos velhos tempos, os dois viram que eu tinha chegado e me chamaram para contar as novidades.
Pedro afirmou que Luisa tinha pedido desculpas, que os dois iam tentar viver juntos mais uma vez. O lindo sorriso de Luisa dava lugar agora para uma feição irônica, porém, eu não podia fazer mais nada, os dois sempre formaram um casal muito cativante.
Escrito por Dr. Fernando Del Vogue às 19h25
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A PURITANA INCANDESCENTE
Por Dr. Fernando Del Vogue
Nesses meus 35 anos de vida, as namoradas que mais me marcaram foram geralmente as que passaram mais tempo ao meu lado. No entanto, toda regra tem uma exceção, e, na minha vida, houve Sheila, mulher que não me relacionei nem por dois meses, mas de quem, até hoje, uma década depois, ainda sinto o perfume.
Sheila tinha olhar forte, cílios longos e bem delineados, lábios carnudos e rosados, cabelos negros que caíam pelos ombros, seios divinamente perfeitos, corpo curvilíneo, a pele tão branca que chegava a ser rosa... E uma bunda inesquecível, daquelas que a mão espalmada não cobre nem metade. Entretanto, o que me cativou nela à primeira vista não foi a beleza física, mas sua inteligência e simpatia (talvez a primeira e única vez que isso me aconteceu).
Conheci Sheila nos corredores da faculdade de odontologia. Ela carregava um punhado de livros e vestia uma saia preta abaixo do joelho e uma camisa branca sem nenhum decote. Usava óculos, que lhe davam um ar de sabedoria. Já eu estava meio largado, tinha acabado de chegar de um jogo de futebol, mas, mesmo assim, começamos a conversar.
Os dias se passaram e continuamos a nos ver até que a situação ficou insustentável, e a beijei apaixonadamente. Saímos por cerca de duas semanas, e nada acontecia além dos beijos. Cheguei a pensar que a gata não gostava de sexo. Tentava encostar as mãos nela e logo era repreendido.
Ainda me lembro claramente do dia em que convenci Sheila a se entregar. Com o pau explodindo dentro da calça, logo após um romântico jantar, sussurrei no ouvido dela e disse que estava ficando louco. Precisava beijar cada pedaço daquela pele branca, abraçá-la com carinho e fazer amor como nunca fizera antes.
A maioria das histórias que conto aqui são loucuras de sexo, carne transbordando tesão, mas o amor quase sempre fica de fora. O ser humano precisa transar, é verdade, mas quando o tesão encontra o amor, o orgasmo é mil vezes melhor!
Aquela até então “frígida” mulher transformou-se em uma devoradora de homens. Depois da escolha do lugar que seria nosso ninho do amor – um motel próximo de onde estávamos –, arranquei as vestes de Sheila e descobri que as roupas sérias escondiam uma mulher maravilhosa.
Fiz o que estava com vontade. Beijei toda a pele da gata, desabotoei o sutiã e me dediquei àquele par de seios maravilhosos. Beijava cada mamilo e alternava sugadas e mordiscadas, que a deixavam louca.
Pude comprovar que fazia sucesso quando desci a mão até a chana de Sheila, toda molhadinha e quente. Ela soltou um suspiro assim que toquei naquela fonte inesgotável de prazer. Com movimentos circulares, procurava proporcionar prazer à gata, enquanto minha boca se ocupava beijando a dela.
Passamos algum tempo assim, até que me curvei sobre o corpo da morena, agarrei com firmeza a calcinha e, segurando cada lado da lingerie com uma mão, tirei o último pano que faltava para deixá-la completamente nua.
Lambi e beijei toda a parte interna das coxas de Sheila, até atingir com a língua o meu cobiçado alvo. Dediquei longos e maravilhosos minutos sugando o mel que saía daquela boceta. Sentia a gruta quente úmida dela na minha boca e me masturbava loucamente com uma das minhas mãos, enquanto a outra desfilava em seus seios ou acariciava seu rosto.
Era chegada a hora de ela tomar a iniciativa. Depois de algum tempo, Sheila resolveu me retribuir a gentileza oral. Agarrou o meu pinto e, sem fazer cara feia, passou a chupá-lo todinho, como se fosse um saboroso pirulito. Eu a olhava fazer todo o trabalho e ficava cada vez mais excitado, ainda mais quando via seus olhos negros mirando em minha direção.
Quando estava prestes a gozar, ela tirou a boca do meu pau, me beijou ardentemente e sentou no meu mastro. Naquele momento, nada mais tinha importância para mim. Ela pulava em meu colo, enquanto eu segurava os seios dela, até que sua boca pediu algo que jamais pensei ouvir de Sheila. A gata implorava para que eu lhe batesse!
Meio sem ação, dei uma palmada na maravilhosa bunda e fui repreendido por ela, que pedia para apanhar mais forte. Cumpri o que me ordenava e levei a gata ao delírio, que se contraía loucamente, esmagando o meu pau.
Não demorou muito, e explodi em um gozo intenso. Ela se deitou ao meu lado e, menos de cinco minutos depois, já agarrava o meu já flácido instrumento de trabalho, implorando por mais sexo. Não sabia que fazer. Tinha muito tesão naquela mulher, mas precisava de um pouco de descanso. Resolvi me concentrar e deu certo: pronto! O mastro já estava erguido novamente.
Dessa vez, peguei Sheila de quatro, apresentando toda aquela comissão de fundo para mim. Penetrei a chana encharcada, e ela me pedia para que puxasse seus cabelos negros. A cada estocada, um gemido mais alto dela me excitava. A gata começou a acelerar o ritmo, até que não agüentei e voltei a gozar.
Pouco tempo depois, ela já pedia mais. Abaixou-se e passou a lamber as bolas do meu saco, segurando o meu o pau e fazendo a minha rola se apresentar para o serviço pela terceira vez seguida, sem nenhum tempo de descanso. Pode ser inacreditável, mas, com o fogo de Sheila, qualquer homem faria o que eu fiz – embora eu não tenha conseguido repetir o feito com nenhuma outra mulher.
Sheila me pediu que a pegasse de lado, num legítimo papai-e-mamãe, para podermos encerrar a sessão de sexo com muito amor. Fiz o que ela mandou, e ficamos nessa posição até atingirmos o orgasmo juntos, ela urrando de prazer, eu gemendo baixinho depois de três gozadas seguidas.
Às vezes, nos enganamos com as pessoas. Quando conheci a Sheila, pensei que ela fosse avessa ao sexo, mas o tempo me provou o contrário. Tivemos outras noites, tardes e manhãs de prazer, até que nosso relacionamento subitamente terminou. O motivo, até hoje eu não sei – mas de uma coisa tenho certeza: o problema não foi o sexo.
Escrito por Dr. Fernando Del Vogue às 19h24
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CUBA VAI LANÇAR FOGUETE, DEIXA CUBA LANÇAR!
Dr. Fernando Del Vogue
Há alguns meses fui visitar Cuba para freqüentar um curso de cinema muito bom que tem por lá. O súbito interesse pela nobre arte dos filmes se deve a minha ex-namorada Claudia, uma atriz que me apresentou grandes obras e me mostrou uma perspectiva diferente da odontologia na minha vida. Não que eu vá viver do cinema, mas gostaria de me interar um pouco mais sobre esse assunto que tanto gosto, além disso, Cuba sempre me pareceu um bom lugar para se conhecer.
Chegando lá pude observar que realmente a pequena ilha da América Central é um bom lugar para se fazer turismo, mas somente isso, morar lá não é algo que se acostuma facilmente, já que necessidades básicas como água são racionadas a população. Deixo claro que durante a semana que passei por aqueles trópicos nunca me faltou nada, mas também só me alimentava no hotel que estava hospedado e a minha rotina era de lá para o curso e do curso para hotel, exceto por uma noite, quando conheci Magda.
O verdadeiro nome dela era Magdalena, uma negra de coxas e pernas fortes, um bumbum arrebitado e musculoso que ficava sempre apertado dentro da mini-saia bege que ela usava todos os dias junto com o uniforme do hotel onde trabalhava e eu estava hospedado, em Matanzas, perto de Havana.
Estava tomando rum no deck do hotel, de frente para o mar que andava revolto há algum tempo, no céu, a lua clareava toda a praia e mostrava o movimento da noite. Alguns homens magros e sujos andavam rápido, mulheres de todas as formas caminhavam em bandos e falavam sem parar.
Magda se aproximou de mim pelas costas, eu já a tinha notado na recepção do hotel, sempre muito quieta e com um olhar penetrante, os cabelos presos para trás, o uniforme sem decotes escondia o real formato dos seios, mas realçava um lindo sorriso. Chegou perto de mim e disse num espanhol que entendi perfeitamente:
“Notei que quase não saiu do hotel nessa semana, está a fim de se divertir por aqui? Cobro 20 dólares para te mostrar uma Cuba que poucos turistas conhecem...”
Fiquei tentado pela proposta, mas não aceitei de imediato. Relutei um pouco, dei uns tragos do rum e decidi aproveitar melhor a minha viagem, o curso de cinema estava me fazendo lembrar demais de Claudia, precisava respirar um ar noturno, além disso, o álcool já estava me fazendo efeito.
Compramos mais uma garrafa da bebida caribenha e algumas cervejas, saímos pela porta da frente do hotel, fomos até a esquina e eu dei os 20 dólares para aquela negra, duas notas de dez. Ela acenou com a mão para um táxi e parou um carro, entramos e numa espécie de dialeto a moça disse um endereço para o motorista.
Perguntei para onde estávamos indo e ela me disse que ao Café Rouge. Chegamos e Magda saiu do carro, deixando a conta do táxi para mim. Acertei e fui atrás dela, já estava ficando louco com tanta provocação de Magdalena, minha porra já estava na pontinha!
Na porta do lugar apenas dois negros grandes e fortes usando um terno velho e surrado. Ela sorriu para os dois que nem se mexeram, apenas abriram a porta para nós. Me senti importante pela primeira vez naquela ilha. Chegamos numa sala com alguns quadros presos na parede retratando o mar, a praia e os coqueiros caribenhos, além de um sofá no centro. A iluminação do local não era das melhores, havia certa penumbra.
Magdalena foi até um outro cômodo e voltou com um charuto estranho, certamente não era tabaco. Acendeu e deu uns tapas, passou para mim, o gosto lembrava a minha adolescência e o cheiro era característico dos estádios de futebol no Brasil, a sensação que me tomou foi um estado de leveza, mas com uma ereção enorme dentro da minha cueca.
Minha rola não se agüentava mais, por isso agarrei Magdalena e lhe beijei intensamente, passando a mão pelas pernas fortes e grossas daquela negra, levantando a saia que ela usava e chegando até a bunda. Notei que a mulher não usava nada por baixo, por isso, meus dedos foram direto para boceta, acariciando aquela xana carnuda e cheia de pelos negros e grossos. Coloquei meu pau para fora e a mulher agarrou ele com força, batendo uma punheta para mim em movimentos ritmados e com a pressão certa nas mãos.
Logo Magda se pós a chupar o meu cacete com vontade, engolia todos os meus 22 centímetros de rola com maestria, lambuzando da cabeça a base, lambendo as bolas do meu saco e chegando a brincar até em áreas perigosas para qualquer macho. Abri os botões da camisa dela, tirando também o sutien branco e roto que a mulher usava, me apresentando um par de seios firmes e grandes, daqueles que você não quer largar.
E foi exatamente o que eu fiz, passei a lamber e mordiscar o bico negro daqueles seios fartos, Magdalena gemia no meu ouvido e pedia para que eu acelerasse os movimentos na bocetinha dela que aquela altura já estava encharcada. Queria aproveitar o molhadinho e meter naquele momento, mas a negra se desvencilhou de mim e saiu da sala, voltando com um pote de vaselina.
Lambuzou todo o meu pau e disse que deveria ser fudida pelo cu. Ela se ajoelhou em cima do sofá, arrebitando a ruela na minha direção e se esfregando no meu mastro. Estoquei com força a minha geba e senti a pressão daquele buraco quente e apertado me sugando. Estava com muito tesão e em minutos gozei intensamente, enchendo o cu dela de porra branca e gosmenta.
Magdalena queria mais e logo me reanimou dando uns tapas no tal estranho fumo. Estava de pau duro mais uma vez, sem tempo para descanso, dessa vez seria a hora da bocetinha encharcada. Cai de boca naquela xana gostosa, lambendo todos os lábios grossos daquela rachinha e fazendo a mulher gemer de prazer.
Passei a roçar meu membro duro na boceta dela até que penetrei com força e tirei um suspiro de Magdalena. Trepamos como dois animais, nossos corpos suavam e se grudavam ainda mais. A cada puxada de ar, aquela sala se tornava ainda mais claustrofóbica. Aquela negra parecia que a melhor coisa que ela sabia fazer era sexo, por isso, diante de tantas mazelas que vive um povo pobre como o cubano, jamais culparei a maneira que ela apresenta Cuba aos turistas.
Escrito por Dr. Fernando Del Vogue às 00h43
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A MULHER DOS MEUS SONHOS
Dr. Fernando Del Vogue
As vezes meus amigos me perguntam qual a fórmula do meu sucesso com as mulheres. Quase sempre despisto, procuro mudar de assunto, pois um dos segredos é não divulgar as conquistas, já dizia o meu pai que o peixe morre pela boca, e como um bom mineiro de Pouso Alegre, costumo comer quieto.
Mas a minha vida não é repleta de glórias, não sou nem nunca fui um Don Juan, irresistível para qualquer mulher, sou apenas um dentista que já viveu algumas aventuras sexuais e pretende viver outras, mas acho que para todo homem existe uma mulher impossível.
Conheço Aline desde o meu último ano na faculdade de odontologia da USP, quando ela era uma caloura muito gostosa e despertava a minha libido. Na época mantive uma amizade, mas não conseguia me aproximar mais dela, precisava terminar a faculdade naquele ano, começar a trabalhar e ajudar os meus pais.
O tempo foi passando e via Aline esporadicamente, umas duas ou três vezes por ano, sempre conversávamos um pouco, mas o tempo já tinha esfriado a nossa relação que sempre foi morna e se tornou gelada.
Semana passada encontrei a garota em um barzinho bastante movimentado aqui do centro de São Paulo. Ela estava linda, com o mesmo sorriso encantador, os cabelos negros e encaracoladas já estavam mais curtos, mas continuavam contrastando com a pele clara e os olhos grandes e negros como duas jabuticabas maduras que miravam na minha direção.
Ela sorriu e acenou com o braço para que eu fosse de encontro a ela. Fechei os olhos para ver se era verdade, Aline realmente estava na minha frente, tão bela como nos tempos da faculdade, tão simpática como há anos ela era.
No caminho da entrada do bar até a mesa onde ela estava sentada com algumas amigas fui refletindo. Sempre quis ter essa mulher nos meus braços, nunca tentei nada não sei por que, acho que chegou a hora, dessa vez Aline será minha, talvez se eu for direto, curto e grosso ela vai aceitar, eram os pensamentos que passavam na minha mente pervertida.
Me sentei ao lado dela no bar e constatei mais uma vez como ela estava bela e gostosa, trajando uma camisa branca e uma minissaia que deixava as coxas grossas e bem torneadas a mostra, para o meu total deleite.
Aline parecia estar bem alegre e contente, encostando as mãos na minha coxa todas as vezes que falava comigo, por isso, não perdi tempo e perguntei se ela gostaria de sair de lá ao meu lado. A resposta veio de imediato, com um lindo sorriso e um sim dito bem perto do meu ouvido, seguido de um beijinho no meu cangote.
O meu pau já estava explodindo dentro da minha cueca, o desejo de tanto tempo estava aflorando novamente, que delícia seria ter a Aline nos meus braços, sentir cada pedaço daquela pele macia e branquinha, beijar, agarrar e lamber as coxas, a barriga e a bunda dela – essa morena sempre me deixou louco de tesão!
Saímos do bar e a caminho do carro Aline me agarrou e tascou um beijo na minha boca. Passamos alguns minutos trocando uns amassos ali mesmo na rua, o meu desejo estava fora do controle, queria tirar a roupa da moça ali mesmo, colocar o meu pau para fora e mandar bala, foi quando escutei a morena dizendo que aguardava por esse momento há muito tempo.
Me enchi mais ainda de tesão e fomos procurar o motel mais próximo, ali mesmo no centro. Paramos em um lugar muito freqüentado pelas garotas de programa da região, mas não fazia importância nenhuma, era preciso colocar para fora todo o nosso tesão acumulado durante tanto tempo.
Beijei Aline com carinho e desabotoei a camisa que ela vestia, apresentando os seios perfeitos da moça; pequenos para quem gosta dos grandes, mas na medida certa para quem aprecia os menores. Passei a beijar todo o corpo da gata: os ombros, o pescoço, os seios e os biquinhos rosados, além é claro, da barriguinha sarada que ela cultivava há tempos.
Aline resolveu me retribuir todo o carinho, arrancou com força a minha camisa e me beijou todo o meu peito cabeludo, muitas vezes raspando os dentes com muito desejo e provocação.
Meio sem jeito, ela abriu o meu cinto e colocou a minha espada para fora. Duro e imponente, lá estava o meu pau, pronto para receber as lambidas que Aline estava construindo. E foi isso mesmo que aconteceu: em um ritmo alucinante a morena começou a dedicar toda a sua atenção no meu pau, chupando com tamanha destreza que quase me levou a ejacular.
Disse a ela que agora seria a minha vez e passei a lamber e sugar cada mel que saia da buceta dela, levando a garota ao delírio, já que a mesma se contorcia na cama do motel de quinta categoria e se agarrava no lençol que envolvia a mesma.
Deixei Aline de quatro, mostrando aquela bunda maravilhosa para mim e roçei o meu pau na grutinha encharcada dela, fazendo a garota implorar para que eu colocasse tudo. Não foi preciso pedir duas vezes, estoquei com força e assisti ela virando o rosto na minha direção e demonstrando todo o tesão que estava sentindo.
Dei algumas palmadas na bunda dela, puxei com força os cabelos encaracolados da princesa e a cada bombada que eu dava ela gemia mais alto. Todo o tesão que eu tinha nela estava passando em todas as partes do meu corpo, até chegar no meu pau, quando gozei intensamente dentro da buceta dela e senti um tapa forte no meu rosto.
Depois de chegar ao orgasmo foram alguns segundos de escuridão e mais um tapa no rosto. Abri os olhos e não encontrei Aline, apenas alguns copos e uma garrafa de cerveja quebrados no chão, além de um garçom me batendo para que eu recuperasse os sentidos.
Perguntei o que tinha ocorrido e vi Aline perto do banheiro. Fui perguntar a ela o que tinha acontecido e a moça me disse que eu tinha tropeçado no garçom, caído e batido a cabeça no chão.
Desolado, fui até ao banheiro, lavei o rosto e pude notar uma mancha na minha calça, a minha cueca estava completamente melada. Certamente, o sonho não foi tão bom como a realidade, mas Aline continua sendo a minha mulher impossível.
Escrito por Dr. Fernando Del Vogue às 00h39
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TRENZINHO DO PRAZER
Dr. Fernando Del Vogue
Tudo começou numa noite de novembro, tinha 24 anos e voltei até a Universidade de São Paulo buscar o meu diploma de dentista. Vários colegas também estavam lá, por isso, decidimos ir até o Bar do Alemão, próximo à cidade universitária, comemorar essa conquista importante em nossas vidas, mas jamais imaginava que uma outra vitória, bem pessoal, estaria por vir.
Cervejas, risadas e muitas bebidas na mesa, mas os meus olhos não desviavam de um outro lugar, logo a nossa frente. Sentada no mesmo bar que a nossa turma estava uma morena deslumbrante. Os olhos negros como duas jabuticabas eram levemente puxados, os cabelos longos e pretos e um corpo curvilíneo me deixaram apaixonado pela garota que bebia cervejas com uma amiga.
Meus amigos, velhos companheiros, notaram o meu desejo à flor da pele e logo incentivaram para que eu fosse conversar com a gata, mas naquele dia eu estava tímido, apenas admirava de longe aquela beldade. Ela se levantava, ia até o banheiro e eu ficava lá... Esperando a gata voltar. Numa dessas idas e vindas, quando ela sentou-se à mesa, deixou a mostra sua calcinha preta, apenas um fiapinho de pano. Fiquei louco!
Mesmo assim, não conseguia ir conversar com a gata. Foi quando vi um sujeito se aproximando do meu objeto de desejo. O baixinho trajava um terno preto e me encheu de ciúmes e coragem. Aproveitei que um senhor vendia gravatas no bar e comprei uma dele. A coloquei no meu pescoço, fiz um nó bem caprichado e, notando que a gata prestava atenção, perguntei se ela tinha gostado.
A resposta afirmativa foi apenas o começo de um longo papo que tivemos. Ela se apresentou, dizendo se chamar Vanessa e trabalhar em uma agência de turismo junto com a amiga que estava com ela, a Raquel. Não quis ser guloso e me dediquei mais a conversa com a morena de olhos puxados, deixando a outra para o baixinho de terno que estava lá antes.
As duas pareciam não querer papo com o outro macho da mesa, mas o rapaz era persistente e permaneceu por lá. Durante a conversa, pude perceber que Raquel era tão linda como Vanessa, cada uma com a sua beleza, mas as duas, muito gatas. A primeira tinha a pele mais clara e os seios maiores, já na segunda, o forte era mesmo a bunda e a pele era mais bronzeada.
Depois de algum tempo de papo, Vanessa me disse que iria embora, estava sem carro e as duas iam rachar um táxi. Vendo todo o meu desejo ir por água abaixo, acabei perguntando onde as duas moravam e quando elas disseram Interlagos, a minha reação não poderia ser outra que não a de oferecer uma carona.
Levei as duas até o carro, achando que talvez Raquel pudesse atrapalhar o meu aconchego com Vanessa, embora eu ainda não tivesse conseguido alcançar os lábios dela. No carro, a morena dos olhos puxados sentou-se no banco do passageiro e Raquel reclamou: “Pena que as duas não podem sentar na frente”.
Não entendi o que elas estavam insinuando, mas me aproximei de Vanessa e lhe arranquei um beijo maravilhoso. Nossos lábios se encostavam e nossas línguas dançavam como se fosse o balanço das ondas do mar em uma manhã chuvosa. A gata elogiou o meu beijo, mas disse que queria me fazer um pedido. Meio sem jeito, afirmou que a amiga dela gostaria de me beijar.
Olhei para trás e Raquel já estava no meu cangote. A beijei cheio de tesão, afinal, isso nunca tinha acontecido comigo antes, duas gatas ao mesmo tempo é como acertar na loteria. Enquanto beijava Raquel, senti a respiração de Vanessa por perto, até que as duas passaram a se beijar também. Três bocas, três línguas, muito desejo e muito amor.
Minha mão desfilava pelo corpo das duas, seios e bundas, tudo em dobro para delírio da minha libido. Os apertos rolavam ali mesmo, dentro do carro, até que Vanessa me alertou sobre a polícia. Não deu outra, uma viatura nos parou e o guarda foi logo me pedindo para descer do carro e explicar o que estava acontecendo.
Com o pau explodindo de tesão, desci do veiculo com a barraca completamente armada. Fui logo pedindo desculpas ao oficial militar que me abordava e explicando toda história. Disse que aquilo nunca tinha acontecido comigo antes e supliquei para que ele me liberasse. O guarda foi complacente e me mandou ir embora, apenas com a ressalva de que procurássemos um motel para terminar a festinha.
Fiz a sugestão a dupla, mas Vanessa disse que podíamos ir até a casa dela. Depois de um caminho tenso até Interlagos, com as duas se beijando e me atiçando muito durante todo o percurso, chegamos até o destino. Vanessa abriu o portão de sua casa e eu não perdi tempo. Ainda no quintal, abaixei a minha calça colocando o mastro para fora.
Raquel se ajoelhou e passou a sugar o meu membro com vontade, esfregando os seus macios seios nele. Enquanto isso, Vanessa me beijava e me acariciava, sussurrando no meu ouvido se eu estava gostando. Não precisava nem responder, mas ela achou que a amiga necessitava de ajuda e também se ajoelhou, lambendo as minhas bolas.
Não demorou muito até que explodi em um gozo intenso, melando todo o rosto das duas meninas. Elas fizeram cara feia, levantaram e me levaram até o quarto, dizendo que agora era vez delas gozarem. As duas lavaram o rosto e se despiram por completo. Vanessa deitou na cama e passou a receber as linguadas de Raquel na sua xana, enquanto a mesma levantava o rabo e rebolava na minha cara.
Não demorou muito para o meninão se reanimar. Olhava aquela cena e ficava extremamente excitado. Coloquei minha rola com força na buceta de Raquel e passei a estocar todo o meu cacete naquela gruta encharcada. A cada paulada as duas gemiam mais alto, parecia que a morena dos seios fartos caprichava ainda mais na chupada em Vanessa.
Não demorou muito e as duas gozaram; uma na minha rola e a outra na boca da amiga. Eu ainda não tinha explodido pela segunda vez, por isso, ordenei que Vanessa passasse a cavalgar na minha pica. A gata entendeu o recado e começou a rebolar gostoso em cima de mim, enquanto Raquel se masturbava olhando tudo.
Depois de algumas bombadas, a gata que se tocava não resistiu e veio se juntar a nós, colocando a xana dela na minha boca. Era um trenzinho do prazer. Eu metia em Vanessa, que beijava a boca de Raquel, que era chupada por mim. Não tardou muito até que nós três gozássemos, mas o mais incrível é que foi quase ao mesmo tempo. Se já é difícil chegar ao orgasmo juntos numa transa à dois, imagina quando existe um terceiro elemento.
Para finalizar, só posso afirmar que a foda com os três nunca mais se repetiu. Ouve repeteco apenas com Vanessa algumas vezes, e outras apenas com Raquel. Elas dizem que nunca mais agiram em dupla.
Escrito por Dr. Fernando Del Vogue às 00h38
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AS GÊMEAS DA LEI
Dr. Fernando Del Vogue
Há quase duas semanas não sei o que fazer. Estou passando por sérios apuros e resolvi colocar minha história no papel, um exercício que faço há muito tempo para conseguir decidir corretamente os rumos da minha vida. Há dois meses tudo estava no maior marasmo, durante o dia caries e obturações no escritório odontológico onde eu trabalho, à noite, novelas e cama – uma vida que nenhum homem solteiro com 33 anos pode ter.
Paula apareceu na minha frente como uma luz que brilha no destino. Morena, os cabelos longos e lisos chegavam até a metade das costas, coxas grossas e uma pele cheirosa e macia completava o conjunto. O rosto era uma perfeição por si só; traços finos e lábios carnudos podem ser considerados a porta de entrada do paraíso. Além da beleza física a moça é inteligente, uma advogada de sucesso com um escritório muito bem freqüentado.
O Pedrão, um amigo nosso em comum, nos apresentou em uma festa regada a muito whisky na casa dele, desde então passamos a nos ver com freqüência, até aquela maldita tarde de sábado, quando conheci a família de Paula. Chegamos a casa dela em Perdizes, aqui em São Paulo, por volta das 13h. A mesa da sala pronta, repleta de iguarias bastante cheirosas a apetitosas. Fui recepcionado com muita simpatia pelo pai e a mãe da Paula, algo que me aliviou bastante, já que era a primeira vez que estava vendo os pais da moça que pretendia me casar - ainda gosto muito dela.
Enquanto degustava um delicioso strogonoffe de camarão, acompanhado de arroz e batata palha, notei que uma cadeira estava vazia. Existiam cinco pratos na mesa, onde só se encontrava eu, Paula, o pai dela e a mãe dela. Fiquei intrigado com essa história, no longo corredor que existia na casa passei a ouvir alguns passos até que tive a visão que jamais gostaria de ter tido.
Uma morena completamente idêntica a Paula surgia do corredor exibindo um longo sorriso e mirando aqueles olhos negros na minha direção. A mãe da minha namorada sorriu e foi logo apresentando Patrícia, dizendo que essa era a irmã gêmea da Paula, também advogada, mas que tinha recentemente se formado na universidade de Lyon, na França, - o xerox estava de volta ao Brasil há apenas uma semana.
Fiquei extasiado com a novidade, mas procurei não demonstrar, continuei almoçando normalmente até que depois fomos ver televisão na sala. Depois de algum tempo, os pais da Paula resolveram ir ao bingo e a Patrícia foi terminar de lavar a louça do almoço.
Minha gata morena me chamou para conhecer o quarto dela, fiquei surpreso com o convite, mas não pude resistir. No quarto, duas camas cobertas com colchas cor de rosa, na parede, muitas fotos das duas irmãs. Fui logo perguntando por que ela nunca tinha me falado dessa irmã gêmea, mas nem obtive respostas, Paula foi logo me beijando e passou a desabotoar minha camisa, sorrindo e dizendo que queria fazer amor.
Arranquei a camiseta dela e desfrutei daqueles seios médios, do tipo que cabe certinho na palma da mão. Levantei a saia de Paula e coloquei a calçinha dela para o lado, enquanto a moça estava deitada na cama. Abaixei a minha calça e exibi meu mastro duro, pronto para penetrar aquela morena com força. Trepamos rápido, já que não deu nem tempo de trancar a porta e Patrícia poderia nos surpreender – foi o que eu tinha pensado.
Gozei intensamente dentro de Paula, até que olhei para trás e vi Patrícia com o seio esquerdo à mostra, apertando o biquinho e se mostrando bastante excitada. Olhei para Paula e vi que ela ria, mas eu estava completamente envergonhado e excitado! Peguei a coberta cor de rosa da cama delas e me enrolei nela, pedindo uma explicação.
Patrícia se aproximou, arrancou a colcha de mim e me beijou. Confesso que não tive reação, o beijo dela era praticamente igual ao da irmã, aliás, ela era uma cópia perfeita da mulher que tinha me apaixonado, algo bastante difícil de encarar. Quando me dei conta que estava beijando a irmã de Paula me desvencilhei daqueles lábios carnudos e pude olhar a minha namorada bastante excitada.
Novamente perguntei o que estava acontecendo, até que Patrícia resolveu explicar dizendo que entre as duas irmãs existia uma lei, uma sempre tinha que transar com o namorado da outra, só para aprovar, ou desaprovar o desempenho do preterido da irmã. Sei que essa história é difícil de engolir, mas a beleza dessas gêmeas e essa estranha lei realmente não são coisas comuns de se acontecer, por isso, acreditem se quiser.
Até agora estou confuso com essa situação, mas no momento não pude resistir tamanha tentação. Patrícia me beijou novamente, segurando com firmeza no meu pau e me masturbando de uma maneira bem gostosa, até que se agachou e passou a lamber todo o meu saco. Paula resolveu entrar na brincadeira, chupando o meu pinto em um boquete que só ela sabe fazer.
Quase fui à loucura nessa chupeta dupla, mas consegui me controlar, tirando a boca das meninas do meu cacete. Deitei na cama e esperei que Patrícia sentasse para cavalgar sobre o meu mastro, a morena correspondeu à expectativa e foi pulando freneticamente no meu colo. Com as mãos, eu massageava a bunda e o grelinho da gata - estava louco para ser aprovado nesse teste!
Acho que Paula sentiu ciúmes, mas a verdade é que passou a esfregar aquela rachinha linda na minha boca, como que implorasse que eu a fizesse gozar com a língua. Aceitei o desafio e passei a chupar a buceta dela com gosto, lambendo todas as partes daquele grelinho quente.
As duas gozaram antes de mim, até que explodi no corpo de Patrícia, deixando a irmã da minha namorada completamente melada da minha porra. Conversamos e tomamos um banho, depois me despedi das duas com o maior sorriso que já estampei na minha cara. A paixão da minha vida tinha um clone, e ela era safada!
Mas como tudo que é bom na vida acaba rápido, a minha história não é diferente. Os dias foram passando e Paula nunca mais atendeu nenhum telefonema meu. Fui até a casa dela, montei campana de frente aquele endereço por um dia inteiro, até que a encontrei.
Paula foi grossa e não quis me explicar o motivo, disse que estava se preparando para ter uma conversa séria comigo, mas que não queria falar mais. Estou completamente revoltado com essa situação, fui do céu ao inferno, perdi a mulher da minha vida, mas ganhei a transa da minha história.
Sempre amarei as mulheres, a mais bela criação que o homem já fez, sua perfeição chega a ser assustadora, mas jamais conseguirei entender o que passa no coração e na mente de uma de uma bela gata. Sem dúvida, os poetas tem a razão, nunca entenderei uma mulher, quanto mais duas iguais.
Escrito por Dr. Fernando Del Vogue às 00h37
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